Minicurrículo
  • Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina da UFMG

    (1983–1988)
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Clínica Médica

    Desde 1994 · RQE 18389
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

    Desde 1994 · RQE 18390
  • Professor Associado da Faculdade de Medicina da UFMG

    (1997–2021)
  • Coordenador do Programa de Extensão Envelhecimento Saudável – UFMG

    Desde 2008
  • Mestrado em Epidemiologia Clínica no Instituto de Ciências da Saúde – Holanda

    (2013–2014)
  • Pós-doutorado no Instituto de Pesquisa em Educação Médica – Erasmus University – Holanda

    (2013–2014)
  • Professor Convidado da Faculdade de Medicina da UFMG

    Desde 2021
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Minha Formação
30
Anos de Experiência

Ciência aplicada ao dia a dia do consultório. No mestrado em Epidemiologia Clínica, na Holanda, investigamos os exames pedidos nas consultas: quais são realmente úteis e o que, de fato, significa cada resultado? Nossa pesquisa avaliou os erros no diagnóstico da doença de Alzheimer. Lá também analisamos criticamente os tratamentos: como saber o que funciona de verdade? Na UFMG, inclusive, colaborei com estudos sobre o uso inadequado de medicamentos. Esse aprendizado pode tornar mais precisos os diagnósticos e as condutas.

Prevenção de doenças ao longo do envelhecimento. Escrevi dois livros sobre esse tema, que estudo há 30 anos. Meu artigo de doutorado despertou muito interesse: foi citado em mais de 1.200 trabalhos científicos. Em 2001, coordenei um projeto do CNPq que identificou os fatores ligados ao envelhecimento saudável no Brasil. Em 2008, elaborei a disciplina Saúde do Idoso em um curso que formou 1.100 médicos, enfermeiros e dentistas. Nas edições do Tratado de Geriatria publicadas ao longo dos últimos 20 anos, escrevo sobre as doenças dos brasileiros ao envelhecer. Tenha o paciente 60 ou 90 anos, sempre há modos de proteger a saúde.

Raciocínio clínico integra a ciência ao cuidado do paciente. No Grupo de Pesquisa em Educação Médica da UFMG, estudamos os processos de pensamento dos médicos e publicamos artigos sobre o tema. No pós-doutorado na Holanda, investigamos as causas dos erros de raciocínio tanto de médicos novatos quanto experientes. Essa formação influencia o meu dia a dia no consultório.

Meu Consultório

Tranquilidade de estar em dia com a saúde. A medicina evolui rápido. Hoje não é tão difícil descobrir e controlar os fatores de risco para doenças do cérebro e do coração. Os principais tipos de câncer podem ser evitados. Há recursos para preservar as articulações, a massa óssea e muscular. As imunizações reduzem o risco de infecções graves. Nunca houve tantas condições para envelhecer com saúde.

Seja aos 50, seja aos 90: a idade chega. Surgem esquecimentos, insônia, falta de energia; e os problemas para digerir, agachar, namorar. Entram no nosso radar órgãos que eram silenciosos: esôfago, próstata, quadril... E os exames descobrem pólipos e calcificações. No consultório, temos instrumentos para acompanhar essas mudanças: avaliação abrangente, raciocínio clínico integrado e ajustes periódicos.

Medicamentos: a lista só aumenta? Muitos pacientes contam com bons especialistas, mas nem sempre as prescrições combinam bem. Efeitos adversos são confundidos com doenças novas e acabam gerando mais prescrições. Tratamentos que já se tornaram desnecessários às vezes são mantidos por anos. Em todas as consultas, reavalio as doses, interações e a adequação de todos os medicamentos.

À moda antiga ou moderna? Durante 30 anos ensinei aos alunos na UFMG como aprimorar a relação médico-paciente nas consultas: há o tempo de escutar, examinar, pensar e explicar. Nos vínculos de longo prazo, o histórico clínico norteia condutas individualizadas e não fragmentadas. Com o acesso a bibliotecas eletrônicas e ferramentas de inteligência artificial, hoje o consultório combina muito bem o antigo e o moderno.

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